novembro, 2016



Livres de canudos

22 nov

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O Zazá Bistrô assume atitudes locais diante de problemas globais. Como empresa responsável e com consciência voltada para questões como sustentabilidade e atuação empresarial com impactos mínimos sobre o ambiente, participamos do PROGRAMA LIXO ZERO, preferimos fornecedores orgânicos e produtores locais e, agora, dando mais um passo em direção ao pensamento verde, abolimos os canudos do nosso restaurante.

Parece desimportante, mas os dados sobre consumo de canudos são alarmantes. Canudos são feitos de polipropileno, um derivado do petróleo que dura para sempre. De acordo com a ONG WorldWatch Institute, só nos EUA, cerca de 500 milhões de canudos são usados e dispensados todos os dias no ambiente. É o suficiente para dar duas voltas e meia em torno do planeta. E boa parte desse lixo vai para aterros sanitários e para o mar. Uma outra pesquisa, feita por organizações ambientais, mostra que o plástico constituiu 90% do lixo flutuantes dos oceanos, e que os canudos estão no topo dessa cadeia. Hoje, 44% de todas as espécie de aves do planeta e 22% dos cetáceos já ingeriram plástico.

Da mesma forma, canudos de papel viram lixo ou, mesmo reciclados, demandam energia e geram outros resíduos no processo.

Por isso, a melhor solução é ser Livre de Canudos. Nós fazemos a nossa parte. Faça a sua!

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Trilha Sonora do Zazá Bistrô

03 nov

Inspirações do mundo, músicas que escutei em longas viagens e trouxe como memórias afetivas foram se transformando numa set list especial e exclusiva para Zazá Bistrô

Para quem quiser escutar e seguir, a trilha está no meu Spotify, Isabela Zaza Piereck, na pasta Zazá Bistrô . Som latino, das Arábias, chanson francesa, Cesária Évora, cúmbia da Colômbia, canções italianas retrô, musicas americanas indie e óbvio sambinhas, bossa nova, carimbó paraense além de novos bandas e cantores brasileiros para sonhar. E para abrir hoje aqui com vocês,  o carimbó de Dona Onete “No meio do Pitiú”

Dona Onete tem uma música brasileiríssima e gostosa de ouvir. Eu, particularmente, sou muito fã, e ela tem uma estória muito bacana: gravou seu primeiro disco em 2012, aos 72 anos. Hoje aos 77 está no auge da sua carreira, colhendo os frutos de Banzeiro, seu mais novo álbum, repleto de boleros, carimbós e bangüês.