Categoria: Dicas de Viagem



Onde comer em NY

13 out

Fizemos uma lista bem simples com os 15 restaurantes imperdíveis em NY, que são os nossos preferidos.

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Momofuku Ko: Fica no East Village e tem duas estrelas Michelin. É concorridíssimo, e precisa fazer reserva com pelo menos 3 a 4 dias de antecedência. O menu de jantar é feito com produtos do dia, servido de quinta a sábado, e custa US$255 por pessoa.

Carbone  É elegante, tem tradição e serve pratos italiano. Sugiro provar vitelo artesiana. É incrível.  Na 181 Thompson Street, New York, NY 10012, Estados Unidos
+1 212-254-3000

Babbo: faz parte da lista dos melhores restaurantes Italianos de NY, e com uma carta de vinhos sensacional.  Não deixem de pedir o  espaguete negro com camarões e calabresa spicy. Recomenda-se reserva, porque ele é sempre concorrido. No 110 Waverly Place, New York, NY 10011, Estados Unidos
+1 212-777-0303

1 or 8:  Ele fica no Brooklyn, e é um japonês surpreendente. Olhando de fora, é bem simples, mas dentro é clean e tem peixes fresquíssimos.  Sugiro  sentar no balcão e pedir um Toro, que é sensacional. 66 South 2nd Street, Brooklyn, NY 11249, Estados Unidos
+1 718-384-2152

ABC Kitchen: é um contemporâneo descolado , com uma super carta de drinks e tem o conceito “da fazendo para a mesa”. Os ingredientes super frescos, comprados do produtor, e naa maioria orgânicos.  Na 35 East 18th Street, New York, NY 10003, Estados Unidos
+1 212-475-5829

Se quiser dicas de hospedagem, sugiro ir nesse post sobre hoteis e onde ficar em Nova Iorque

E aqui para mais dicas de NY

 

Ponte Aérea: Torres del Paine

02 fev

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Hoje a gente fala de uma viagem imperdível pra quem ama a combinação de natureza e aventura:  Torres del Paine.

Mas antes de falar sobre o que fazer em Torres del Paine, começamos esses post respondendo a duas perguntas importantes para traçar a viagem. 1) É difícil circular por essa região? Todas as caminhadas são de intermináveis quilômetros? e 2) quantos dias ficar?

Então, 1) há todo o tipo de trilhas por lá, curtas ou super longas, e que podem ser percorridas a pé, de cavalo, de carro. Dá pra percorrer trechos de carro combinados cm caminhadas leves ou pesadas, depende do que você escolher. Mas o principal é ter boa estrutura, com bons guias e bons equipamentos.

Nossa dica é ficar em um hotel como o Tierra Patagônia, um all inclusive very cool dentro do parque, e que conta com equipe de guias próprios. Isso quer dizer acordar, olhar no quadro de avisos as excursões do dia, e escolher qualquer uma pra gente fazer. Simples assim!

Sobre quantos dias ficar, depende: se não for fazer os circuitos das Torres, uns 4 dias está ok, mas vale à pena ficar mais tempo no Chile e combinar com outros destinos como Púcon e Puerto Natales, para explorar um pouco mais o país.

Dito tudo isso, let´s go!

Torres é um lugar incrível. A paisagem é forte, com o maciço das Torres del Paine dominando uma paisagem gelada. É uma sensação de início dos tempos, sabe? Só a natureza, o relevo inóspito, bosques de árvores contorcidas, geleiras, lagos azuis e… pumas, guánacos, condores. Uma coisa!!! Pra explorar isso tudo, tem vários jeitos, alguns bem puxados como Circuito O e o W, mas há trilhas mais leves também. A gente separou as mais legais aí embaixo:

HUNTERS TRAIL: É uma caminhada de 2 horas que começa na entrada do Parque e termina numa gruta rupestre, com formações rochosas da era pré-glaciar. No caminho, muuuuitos guánacos e lagunas.

PASO DE AGOSTINI: Incrível, incrível, incrível!!! É uma caminhada puxada, de 14 km, que passa por paisagens incríveis, atravessando bosques, rios, lagoas. A gente almoça no caminho, na beira de um lago. A trilha termina nesse visual mega lindo aí debaixo, com vista pro Estreito de Magalhães e pro Rio Paine.

LAGO SARMIENTO: É uma área linda para se explorar, com vários trombolitos, formações geológicas que têm milhões de anos. Também por toda a beira do lago, você vai ver dezenas de ovelhas!

MIRADOR CUERNOS: o passeio leva até um mirante com vista para os Cuernos del Paine. A caminhada é por um terreno bem plano e com apenas uma subida. Passa pelo Salto Grande  e pelo Lago Nordenskjöld e chegando ao mirante.  Prepare-se para ventos fortes!

CIRCUITOS O e W: Esse é para os fortes! São os trekking de exploração do Parque.  O Circuito O é o mais pesado, dura 10 dias, 122km e engloba todo o Parque). Já o Circuito W incluiu os 3 pontos principais, dura cerca de 4 dias e caminha-se por 76km. Em ambos, a gente dorme em acampamentos pelo caminho, e precisa ir na companhia de um guia. Você pode contratar o passeio em uma agência no Chile ou em Puerto Natales, ou optar por um hotel que tenha o trekking no all inclusive (como o Tierra).

Agora para organizar mais um pouco, um servicinho básico:

O QUE LEVAR: Roupa térmica e impermeável, e tênis de caminhada.

COMO CHEGAR: Puerto Natales é a cidade de entrada do Parque. É preciso voar Rio-Punta Arenas, e de lá pegar o ônibus para Puerto Natales (na alta estação, há voos até Puerto Natales). Se estiver em El Calafate, é possível ir de carro (cerca de 4-5 horas).

ONDE FICAR: O melhor é ficar num all inclusive dentro do Parque com o Tierra  Patagônia. É um hotel de design premiado, super exclusivo, com café-da-manhã bárbaro.

Outra possibilidade é se hospedar em Puerto Natales e se deslocar até o parque todos os dias para fazer os passeios (em tempo: Puerto Natales é uma cidade bonitinha, que vale um pernoite e tem passeios bem legais).  Aqui, a dica é o Hotel Remota, e super valeu!

COMO CIRCULAR:  Carro e trekking.

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Ponte Aérea: Púcon

18 jan

Ahhhh viajar! Hoje o Zazá Bistrô apresenta um lugar blaster lindo no Chile. Saindo da rota convencional, a gente descobriu Púcon.

Púcon é uma cidadezinha típica de  pé de montanha, pequena e acolhedora. Não tem como não gostar. Lembra muito Calafate, sem o imenso Glaciar Perito Moreno, mas com a  paisagem igualmente incrível e imponente dos vulcões e da natureza selvagem da chamada região das Araucanías. Aos pés do ainda ativo Villarica, Púcon  tem lagos, trekking no gelo, rafting, canoagem, canyoning, cavalgadas. Ok, ok. Prefere um mood mais off e calmo? Púcon também tem:  boa comida, chocolates, contemplação, tardes em ofurôs e spas e um hotel que por si só já vale a viagem: o Hotel Vira Vira.

Ah sim, e com uma observação: isso tudo não muito distante de Santiago:  Púcon está a 1h de avião com voo direto.

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Então aqui vão nossas dicas do que fazer por lá:

O verão é ideal para praticar esportes náuticos como windsurfe, canoagem e kitesurfe. Nessa época, os lagos e rios se convertem em balneários, com gente pegando sol nas “playas” de areia que se formam pelo lado (a Playa Grande é a mais disputada).

Quando o inverno chega, a atração principal é a estação de esqui que atrai praticantes de todo o mundo. Pode não ser o complexo com mais estrutura que você terá ido, mas descer as encostas de um vulcão fumegante é uma sensação e tanto, e isso vale mais que tudo.

RAFTING!

As águas agitadas e cristalinas o rio Trancura são sensacionais para fazer um rafting, tenha você experiência ou não, esteja você com crianças ou não. Há vários níveis de dificuldade, com descidas em corredeiras mais ou menos radicais. Nosso rafting  começou com uma mini aula, e em seguida fomos para o rio. Foi nosso primeiro rafting, divertidíssimo, e seguro!!! O guia do barco conhecia super bem o trajeto, um outro guia acompanhou com um caiaque, além de todos os equipamentos de primeira linha. Ao final, uma mesa com biscoitos, chocolate e bebidas quentes no esperada.

Para os que não podem ou não querem o rafting, há uma opção (indicada para quem viaja com crianças menores ou idosos) que á de descer o rio Licura de canoa. Esse rio é liso e calmo, e tem uma paisagem linda no entorno.

TREKKING NO VULCÃO
Fazer trekking no gelo, já é, em si, uma atividade e tanto. Agora o que dizer se além do gelo, a caminhada for num vulcão ativo? A sensação é máxima! Obviamente, o vulcão é monitorado e esse tipo de atividade só é feita quando não há nenhuma risco de erupção.

Em Púcon, esse trekking é feito no Vulcão Villarrica. Seu cume está a cerca de 2800m de altitude e a  neve permanece na parte alta do vulcão durante todo o ano. Você pode escolher fazer toda até a cratera, ou optar por desbravar rotas mais leves, que foi o nosso caso.

O trekking passa por bosques no meio do gelo e áreas mais abertas , e termina em um platô com vista pro topo do vulcão, com mesa de picnic. Impagável!!

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CACHOEIRAS

A Ojos del Caburgua é um conjunto de quedas d’águas azuladas a cerca de 20km de Pucón. Além das cachoeiras, o complexo conta ainda com a Laguna Azul. Só que o lugar é apenas para contemplar: o banho não é permitido.

Se quiser um mergulho, tem o salto El Claro, que fica dentro de uma propriedade privada, mas que pode ser visitado. É uma queda d´água poderosa com 80 metros de altura,  numa clareira na mata e tem uma água super gelada. Dá pra chegar de carro, bicicleta ou caminhando (cerca de 5km a partir da estrada principal).  Olha que linda!

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EFEITO GULA

Não saia de Púcon sem comer as empanadas do Marmohni. Localizada no primeiro piso de uma casa, vende empanadas inesquecíveis! Fica na Calle Equador 175.  Outro bem tradicional é o Trawen (O´Higgins 311).

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CULTURA MAPUCHE

Isso é muito legal. Há vários passeios de inserção na cultura Mapuche, os índios que originalmente ocuparam essa região de Araucanía. Desde aulas de gastronomia a dias inteiros com eles, onde a gente tem a experiência

ONDE FICAR:

O melhor hotel de Púcon é a Hacienda Vira Vira. Tem os quartos  voltados para as margens do Rio Liucura,  do hotel se vê o cume do Villarica, tem um decor clean e aconchegante. É um all inclusive de luxo, focado no tripé aventura-gastronomia-elegância. Vale dizer que o all inclusive inclui os passeios pela região, com guias super qualificados. E uma cozinha incriível!

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Bruges, o Melhor da Gula

05 nov

Outro dia falei aqui de Bruges, uma cidade que eu adoro. Continuando a falar dessa viagem, hoje recomendo o meu top 12 lugares delá. Só lugares fantásticos , e um roteiro imperdível de chocolate, artigo imperdível por essas bandas.

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The Chocolate Line – Imperdível e obrigatório para chocólatras. Chocolateria boutique assinada por Dominique Persoone. A loja é uma das poucas com três estrelas no Guia Michelin.  Experimente também o chocolate lipstick ! (Simon Stevinplein 19).

Pierre Marcoline – Outra maravilhosa loja de chocolates artesanais e sofisticados. Na nossa opinião, o melhor pralinée da área.

Pomperlut – Restaurante delicioso, com uma decoração que lembra um conto de fadas do século XVII. O menu é conciso, fica escrito nas paredes, e o bistrô tem apenas 20 mesas. Aconselho reservar (Minderbroedersstraat 26)

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Godiva– Imperdível tomar um chocolate quente na loja que fica no Markt. E depois comprar os pralinés para degustar.

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Exceller Bikes – Loja com tudo o que você pode imaginas de bikes e acessórios para magrelas. Numa cidade onde pedalar é a principal forma de locomoção, já imaginou como é, né? (Philip Stockstraat 43)

Bubbles at Home – Loja deliciosa de sabonetes, sensorial e colorida. Se você adora o momento banho e aromas, esse é o seu lugar. (Karel de Stoutelaan 30-32)

Nico Taevmans – Jóias de ateliê, com design criativo e de personalidade. Super linda (Sint-Amandsstraat 15).

Kudzu Ecoshop – Loja ecologicamente correta, com opções legais para presentes, utilidades domésticas e brinquedos. (Sint-Jakobsstraat, 10)

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Madame Moustache – Uma loja conceito muito legal. Tem um café, e um garimpo de objetos de decoração de moda super cool. (Ezelstraat 16)

Alfa Papyrus (Eekhoutstraat, 25) – Papelaria linda, cheia de cadernos e agendinhas deste que dá vontade de comprar logo por dúzia!

Lieven (Philipstockstraat 45) – O restaurante ganhou o status de verdadeira instituição em Bruges. Sua cozinha segue as últimas tendências mas utilizando ingredientes autênticos. Vale super a pena!

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Brasserie Raymond – Um lugar simples e aconchegante mas que oferece  a melhor comida caseira da cidade. Ultra mega recomendado.
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Ponte aérea: Ko Phi Phi12

07 maio

Quem acompanha o Zazá Bistrô desde o começo sabe como a Tailândia faz parte da nossa história. Foi na volta de uma viagem ao país que, inspirados pelos cheiros, cores e pelo mood de lá, decidimos abrir o Zazá. De lá pra cá o cardápio mudou, e hoje muitas outras influências novas e sabores perfumam nosso cardápio.

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Dito isso, o post de hoje é um roteiro por Koh Phi Phi, ilha linda, onde foi filmado o filme “A Praia”, e que merece todos os créditos e mais alguns. Da primeira vez que fui para hoje, muita coisa mudou, mas a ilha continua na #bucketlist. A ilha é cheia? Depende. Tem sempre uma praia ou um cantinho tranquilo pra quem procura sossego. E charme. Você é quem escolhe!

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E tem a água, que é assim mesmo como você vê na foto, transparente, com essa cor de esmeralda.

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Bom, pra entender um pouco, Phi Phi não é budista como o resto da Tailândia, e sim islâmica. Não há templos na ilha, e lembre-se de tirar os sapatos quando entrar nas lojas, em sinal de respeito, para não levar as impurezas e sujeiras da rua para dentro. Fora isso, o que a gente chama de ilha, na verdade, é um arquipélago, formado por Ko Phi Phi Don (onde estão os hotéis), Ko Phi Phi Leh (onde fica Maya Bay), Bamboo e Mosquito Island. Em Phi Phi Don, tem duas praias onde você consegue ir à pé e onde ficam os hotéis, que são Ton Sai e Loh Dalum. Para se hospedar, indico o Mama Beach, em Ton Sai, do lado oposto do centrinho de lojas, super indico. É silencioso, tem o visual de uma rocha gigantesca, e fica a 5 minutos de todos os restaurantes.

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Fora essas duas praias que se vai a pé, tudo em Phi Phi é barco. E tem que fazer todos os passeios; não dá pra perder nenhum. Maya Bay é aquilo mesmo que a gente vê no filme “A Praia”. Ok, só que muito mais cheio. Mas é só chegar cedinho, lá pras 7h30, antes dos barcos de passeio, e tá tudo lindo. Ou então, dorme lá. Tem um passeio que a gente passa a noite no barco em Maya, e ainda nada com os plânctons que brilham no mar. Aliás, mergulhar com os plânctons é uma experiência extraterrena. Tem que ir (se não quiser dormir em Maya, faça só o passeio noturno).

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COMO CHEGAR: De ferry a partir de Pukhet leva duas horas. E a partir de Krabi, 1h30m.

ONDE FICAR: Adoramos o Mama Beach.

ONDE COMER: O Papaya é uma delícia! Tem os curries mais gostosos que a gente comer por lá. E pra comer um peixe super ultra fresco, a dica é o Ton Sai Sea Food.

COMO VISITAR AS ILHAS: Há passeios de 3, 6 e 6 horas. Você pode pedir no seu hotel, no píer ou na beira da praia com qualquer longtail. Nós contratamos um barco só pra gente. Sai uma média de 80-100 dólares dependendo do número de horas, mas vale muito mais à pena, porque você pode escolher em que praias parar, quanto tempo ficar em cada uma, mudar o trajeto ou o que quiser.

QUANTO CUSTA: Depende. A gente comprou a passagem com 10 meses de antecedência, e pagamos US$ 1.4 mil pela British, parando em Londres na ida e em Barcelona na volta. Hoteis ficaram entre US$100 e US$120, e para comer, gastamos uma média de US$40/dia.

VISTO: Precisa de vacina para febre amarela, e o visto para a Tailândia é obtido na entrada do país.

 

Viagem à Bienal

17 abr

Dica para travellers que gostam de viagens de arte. Duas  amigas querídissimas, Ana Cestari e Valéria Weber, da Art in Company, organizam uma viagem para a 56a Bienal de Veneza em companhia de dois renomadíssimos curadores de arte: Ben Street (da nada menos, nada mais Saatchi Gallery de Londres) e de Giancarlo Hannud (da renomada Pinacoteca de São Paulo). A viagem acontece de 22 a 28 de setembro, e com um pequeno grupo, de 10 a 20 pessoas.

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Ana conta que a ideia da viagem do Art In Company para a Bienal surgiu porque é bem legal ver arte acompanhado de quem entende, ainda mais arte contemporânea que tem muito de conceito e referências por trás de algumas obras. Fora isso, os dois curadores também moraram em Veneza, e o roteiro inclui, além dos lugares das exposições, alguns dos melhores restaurantes e lugares frequentados pelo mundo artsy. A ideia é formar um grupo pequeno e entrosado,  de 10 a 20 pessoas interessantes e interessadas em arte.

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Serão 6 dias de viagem e valor por pessoa em acomodação dupla de eur 4.920 e single em eur 6.655. Para reservas, os contatos podem ser feitos pelos emails felipe@phdtravel.com e paula@phdtravel.com ou pelo telefone 11 38459222.

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Na blogosfera

05 mar

Uma dica pra quem vai viajar é o blog Rome-NY-London-World, da italiana Valeria Veneri. Ela nasceu em Roma. viveu em Nova York, e agora está baseada em Londres. Agente de viagem e professora de idiomas, ela mantém no ar esse blog que é bem bacana, e tem sempre um sugestão de insiders dos lugares por onde Valeria passa.

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De passagem aqui pelo Rio, ela  destacou a Escadaria Selarón, onde se emocionou ao saber de toda a história do artista por trás de todas aquelas cores, e se encantou com o Zazá Bistrô.colagem zaza

Ela definiu nosso bistrô como um de seus lugares favoritos por aqui. “Você pode se sentar em almofadas em meio a velas tremeluzentes e aproveitar bem pratos orgânicos com toques asiáticos”, contou. Para quem quiser ler mais, ela conta tudo aqui!

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Adoramos viajar um pouquinho e conhecer a cidade em que vivemos embalados pelo ponto de vista de alguém de fora. Se assim como a Valeria Veneri, você também quer ter sensações únicas, venha visitar o Zazá e escreva suas boas impressões no seu blog, ou no TripAdvisor.

 

Roteiro solar no Nordeste!

13 fev

Dicas de viagem sobre o Nordeste não faltam, mas esse roteiro é incrivelmente maravilhoso, e não sei se tão conhecido. Então achei interessante dividir com vocês as maravilhas da Rota Ecológica de Alagoas, um trecho com 50 km de praias ultras preservadas, entre Barra de Camaragibe e Porto das Pedras.

Tem praias idílicas de águas caribenhas, coqueiros a perder de vista, areias semidesertas, praticamente nenhuma construção à vista, uma vila de pescadores que resiste aos tempos e , pra completar, ainda ostenta um título e tanto: aqui fica a segunda maior barreira de corais do mundo, com quase 140 km de extensão.

Pra entrar nesse paraíso, é preciso pegar 2h30 de estrada a partir de Maceió. Aí chega-se na rota, onde ficam as praias do Patacho, Toque e Tatuamunha, com uma coleção de pequenas e charmosérrimas pousadas pé-na-areia escondidas entre a sombra dos coqueiros.
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Você pode ficar hospedado em uma das praias, e ir andando até as outras (se tiver disposição), ou alugar um carro por lá. Todas as praias são semidesertas, e têm piscinas naturais que aparecem na maré baixa e que podem ser visitadas de jangada. Então vamos a elas:

PRAIA DO TOQUE:

A praia do Toque não tem nenhum acesso para carros até a areia (os caminhos param nos fundos das pousadas) e por isso se mantém bastante reservada e preservada. A praia é belíssima, com água morna e aquele infinito de coqueiros quase sem interferência humana.

Pra quem gosta de atividades, o mar é calmo e liso, e dá até pra ir remando de SUP até às piscinas (a pousada Amendoeira disponibiliza pranchas e caiaques para os hóspedes) . Outra opção é contratar uma jangada (R$40 por pessoa). A cereja é que, com todo esse visual e corais, não tinha mais ninguém nas piscinas. Um detalhe diferente das piscinas do Toque é que elas escondem uma pequena gruta debaixo das águas (peça ao barqueiro para ir até o local!).

Do Toque, é um pulo de 1o minutos de carro pra chegar na Praia do Morro. Enquanto não construírem um resort (prometido há mais de dez anos e barrado por enquanto), continuará deserta. A praia não tem a barreira de corais, e algumas vezes o mar sobe com ondas. Além dos coqueiros, tem uma paisagem de falésias, e o fundo do mar coberto por estrelas do mar. Para chegar nela, precisa atravessar o rio Camaragibe de jangada (R$4 por pessoa) e depois uma fazenda linda de coqueiros. Como a praia é deserta mesmo, não há nenhum ponto de apoio. Leve água!

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PRAIA DO PATACHO

O Patacho É considerada umas das 5 praias mais lindas do Brasil pelo Guia 4 Rodas. Como o Toque, tem areias claras, água translúcida e coqueiros vistosos ao fundo. Na maré baixa, a praia se transforma, e além das piscinas entre corais, ganha lindíssimos bancos de areia.

O Patacho é a praia mais próxima do simpático povoado de Porto de Pedras, que merece uma visita. De todos os vilarejos da rota, Porto de Pedras é o maiorzinho, e é bem pitoresco. Você vai se deparar com o frondoso goitizeiro onde Dom Pedro I ficou acampado com sua comitiva durante dois meses, ouvir histórias locais, apreciar uma arquitetura bem característica e ainda provar um pastel de carne seca no bar Encontro das Águas, feito todos os dias bem fresco pelo Cal e a esposa.

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Ah, e o sol nasce no mar lá no Patacho. É esse espetáculo aí de cima!

PRAIA DE TATUAMUNHA

Ahhhh, Tatuamunha é linda!!!! Repare só, que as fotos dizem mais que mil palavras…

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Tatuamunha é uma praia simpática, cheia de vida marinha, com piscinas naturais incríveis. Caminhando para um lado dela, chegamos na Praia do Laje, uma perfeição de cenário. Pro outro, está o Rio Tatuamunha, onde fica o projeto de proteção e conservação do Peixe-Boi. Hoje, apenas 70 pessoas por dia podem visitar o santuário. Para chegar na área onde onde ficam os peixes, a gente atravessa uma trilha de meia hora e depois navega mais um tanto pelo rio em jangadas sem motor – barulho mínimo para não afugentar os animais. Os jangadeiros são todos treinados pelo Ibama e, enquanto o barco segue macio pelas águas do mangue, vão contando detalhes da vida dos peixes-boi.

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Com sorte, você ainda pode esbarrar com algum desses mamíferos nadando também pela praia, já que o rio desemboca ali. E como todas as praias da rota, Tatuamunha tem aquele horizonte maciço de coqueiros, mas também amendoeiras e algumas rasteiras. As tonalidades incríveis, um tom sobre tom de verdes e turquesas.

Um detalhe especial aqui é a Pousada Borapirá, do grupo Beijupirá, que doou o terreno para que o projeto Peixe Boi pudesse ser ampliado e passe a ter uma sede de visitação nos moldes do Tamar em Noronha! Muito bom!

Demos a sorte de pegar a maré perfeita (maré viva, com a baixa pela manhã) quando estávamos em Tatuamunha. São várias piscinas, e a a graça é pegar o snorkel e flutuar por elas enquanto a vida marinha acontece logo abaixo. São vários corais, peixes coloridos.

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Agora repara só na simpatia do povoado de Tatuamunha, com seu casario colorido. Completou tudo, né?

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COMO CHEGAR: Vá para o Aeroporto Internacional de Maceió e lá contrate serviços de transporte ou alugar um carro. Você também pode pedir o transfer na pousada. Sai em torno de R$250 por trecho. O acesso é pela AL-101 em direção a Passo de Camaragibe e Barra de Camaragibe. Avianca, Gol, Azul e Tam voam para lá.

ONDE FICAR: Em Tatuamunha, fique na Borapirá se você for com crianças, ou na Beijupirá (praia do Laje, continuação de Tatuamunha)  se forem só adultos. No Patacho, a Pousada Xuê é a mais charmosa. E no Toque, tem a Pousada do Toque a a Amendoeira.

COMER: Além dos restaurantes das pousadas (todos maravilhosos), vale ir no Quintal (Praia do Toque) e no Ui Bistrô (Praia do Lage). Em Porto da Rua (do lado do Toque), tem o restaurante do Enildo, bem caseiro, com comida local e gostosa.

ARTESANATO LOCAL: o Sol Nascente vende rendas e artigos feitos com palha de bambu (perto do povoado do Toque). E tem as sandálias de couro do Marcos Lima (Toque).

 

 

100% Orgânico

08 jan

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Butão, um país com cerca de 750 mil habitantes, localizado no continente asiático, vai ser até 2020, o primeiro do mundo que produzirá todos os seus alimentos com práticas de agricultura ecológica.

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Pema Gyamtsho, ministro da agricultura e agricultor, anunciou essa medida ao mundo durante a Cúpula Sobre o Desenvolvimento Sustentável, evento que aconteceu na capital indiana, Nova Delhi. Ele também declarou que o desejo do país é exportar alimentos naturais para China, Índia e outros vizinhos continentais. Incrível, né?!

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A partir dessa data, será proibido o uso de pesticidas e agrotóxicos químicos e os agricultores butaneses utilizarão em seu cultivo somente adubos orgânicos naturais, obtidos de seu gado. Grande parte da agricultura do país já é orgânica por conta do alto custo dos produtos artificiais e para a manutenção da qualidade do solo.

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Além disso, o ministro alertou para os efeitos nocivos dos componentes químicos nos valores nutricionais das frutas e legumes, e também na contaminação das águas subterrâneas. Mais um exemplo para ser seguido! A horta do Zazá Bistrô fica perto de Nova Friburgo e através dela, garantimos que pelo menos 80% de todos os vegetais que usamos sejam orgânicos. Além disso, mais de 100% de nosso frango e ovos são orgânicos.

 

Atitudes que amamos

23 out

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Já que estamos participando do Menu Sustentável, evento que propõe a redução de lixo na cozinha e o fim do desperdício de comida e água, vamos aproveitar o momento para falar sobre sustentabilidade.

Ainda falta muito para quebrar hábitos antigos que estão na contramão de um mundo mais consciente, mas ficamos felizes quando lemos notícias como essa sobre a cidade de Seattle. O governo de lá criou uma lei para evitar o desperdício de comida.

O cidadão que encher sua lata de lixo com mais de 10% de alimentos orgânicos, receberá uma multa que será cobrada junto com a taxa de lixo que a população já paga. É claro que medir a quantidade de lixo não é uma atividade muito fácil, mas os garis serão treinados para fiscalizar as latas de lixo.

O valor é simbólico, apenas 1 Dólar por vez, mas a atitude já muda muita coisa!

 

Um lugar de cores quentes

28 ago

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Quem conhece o Zazá Bistrô sabe que somos apaixonados pelas cores e sabores do Marrocos. Nossa decoração é inspiradas nas cores de lá e nosso exterior foi pintado com o pigmento azul trazido do país.

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Não é por menos, que nos encantamos pelas fotos do fotógrafo francês Robin de Lestrate em sua viagem por Marrakech. Entre mosaicos, ciclomotores, frutas, pães e outros elementos da cidade; ele fornece o resumo de um lugar onde as cores quentes reinam.

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Naturais e Refrescantes

01 jul

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Os benefícios são garantidos, mas os sucos detox nem sempre são bonitos e causam certo estranhamento. Pensando nisso a Innocent Ice Pops lançou picolés naturais com cores atraentes e embalagens simples. Eles são vegan, sem glúten, sem gordura e Kosher (de acordo com as leis judaicas).

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Se você estiver de viagem marcada para Nova York, procure os picolés em Chelsea, Tribeca, Upper West Side, Upper East Side, Long Island, New Jersey, entre outros lugares fáceis de encontrar. Para o público fashionista, eles já são o hit do verão e quem provou garante que é uma delícia! Disponível nos sabores “Tropicarrot”, “Green Juice”, “Kale Daddy” e “Sweets Beets”; eles têm de 40 a 80 calorias, dependendo do sabor.

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No Rio de Janeiro também tem uma opção saudável e bonita de sucos detox com a marca Green People, que faz sucos a partir de produtos frescos. As bebidas são feitas por um método de extração chamado de Prensagem a Frio, que visa a perfeita preservação das vitaminas e minerais encontrados nas frutas in natura. O pouco contato com oxigênio durante a prensagem a frio torna a deterioração do suco mais lenta, resultando em bebidas riquíssimas em saúde e que duram até dois dias na sua geladeira. E os sucos produzidos na forma convencional (centrífuga ou liquidificador) recebem uma alta exposição ao oxigênio que faz com que, além de sabor, o suco tenha uma grande perda nutricional.

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O fornecimento é personalizado, de acordo com as necessidades de cada cliente. Pode ser feito pelo telefone, por email ou pelo aplicativo Green People (é só baixar na App Store no seu celular).

Contato: tel 21434367 / Pedidos por email : euquero@greenpeople.com.br / Facebook e insta: @greenpeoplerio

 

Você tem fome de quê?

10 jun

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Os hábitos alimentares das pessoas sempre causam uma certa curiosidade, por isso o #instafood faz tanto sucesso no Instagram. Movidos por esse fascínio, os fotógrafos Peter Menzel e Faith D’Aluisio saíram por aí juntando material para o seu livro “Hungry Planet: What the World Eats”.

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O casal viajou para 24 países e foi recebido por 30 famílias que falaram sobre os seus hábitos alimentares semanais. Além das diferenças na cozinha – que é uma forte característica cultural – é interessante ver como o estilo de vida está diretamente ligado à alimentação. Cada foto nos faz pensar no quanto somos diferentes, mesmo fazendo as mesmas coisas todos os dias!

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Zazá Bistrô no Trip Advisor

04 jun

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Estamos muito felizes hoje, pois recebemos o Certificado de Excelência do site Trip Advisor! Para celebrar, esperamos vocês aqui no nosso Happy Hour de quarta a sexta, das 16h às 19:30h!

 

Arte, conforto e comida

30 maio

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Comfort food é aquela comida que remete à infância, comida da mãe, que te lembra algum momento especial e gera aquela sensação de conforto. Essa sensação também sentimos durante os dias mais frios, quando vestimos um casaco quentinho ou ficamos enrolados naquele cobertor gostoso.

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Juntando esses dois conceitos, surgiu a série “Comfort Food”, um projeto original de Jessica Dance e David Sykes. A dupla reproduziu pratos bem conhecidos no mundo todo em tricot, criando cachorro-quente, frango assado, hamburguer, ovo, batata frita, bacon… tudo em tecido!

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As comidas de mentira aparecem sobre a mesa, como se fossem de verdade. Veja a série abaixo e divirta-se!

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